Mundim Perdido no Mundão

Infantil de Luiz Pimentel com ilustrações de Andrea Ebert narra as aventuras de um garoto que queria ganhar o mundo

 

A história de Raymundinho, mais conhecido como Mundim, e seu jeito encantador de explorar, observar e cativar o mundo, com seus olhinhos e pernas de garoto destemido, são pano de fundo do lançamento Mundim Perdido no Mundão

 

 Uma narrativa sensível e cuidadosa em que a literatura exerce sua função plena: emociona, provoca identificação e questinamentos.  É o que leitor pode esperar de Mundim Perdido no Mundão, lançamento da Editora Melhoramentos na 22ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. Com ilustrações primorosas de Andrea Ebert, inspiradas na técnica da xilogravura (a mesma utilizada na literatura de Cordel), os recursos gráficos utilizados possibilitam leveza e transparência, mesclados a cores vibrantes e textura de madeira, revelando imagens plenamente adaptadas à atmosfera do livro.

O personagem central é um garoto corajoso e sensível que se destaca entre os outros. Mundim vive com os pais, tem irmãos, avós e tios como quase todo menino. O que talvez o diferencie dos demais é seu intenso desejo de “ganhar o mundo”. Cheio de ideias e ávido de viver novas experiências, decide aprontar uma mochila com apenas o necessário para sobreviver – lança mão de bilhetes para cada um de seus familiares para, por fim, fazer o que tanto queria: “ver se o mundo é bonito ou feio, limpo ou imundo, bacana ou mais ou menos e o que tem para mostrar”, como escreve no bilhete deixado para a mãe.

Tão miúdo e cheio de atitude

A palavra escolhida para motivá-lo durante a expedição pelo mundo é “atitude”. Mundim a usou desde o começo quando, pela primeira vez, se viu decidindo a direção que seguiria no metrô. Soma à atitude sua fé e não deixa que o medo tome conta de seu coração. Bela escolha! Seguir em frente desbravando bairros desconhecidos, escadas de metrô, pontos de ônibus e, principalmente, a gente que habita o mundo, o proporcionou uma incrível experiência de vida. Até onde foi, Mundim viu de perto, pela primeira vez, um circo e seus bastidores, ajudou um velho cego e foi ajudado também. Principalmente por uma senhora simpática que lhe ofereceu comida e um bom banho.

Em cada experiência, Mundim adquiriu ensinamentos valiosos para toda a vida. Quando por fim, decidiu voltar e refazer exatamente o caminho inverso, quis rever tudo e todos, pois, “o olho de quem vem não é igual ao de quem vai – um faz a descoberta e o outro confirma o conhecimento”. E assim, observando tudo e todos ao redor, se viu, rapidamente, de volta à portaria de seu prédio. Os pais e os irmãos estavam inconsoláveis no sofá, mas logo se alegraram com as novidades trazidas por Mundim que, de volta, contou detalhes de sua curta, porém válida, aventura pelo mundão.

Mundim Perdido no Mundão,

Texto de Luís Pimentel / Ilustrações de Andrea Ebert

EDIÇÃO CONFORME ACORDO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA

48 páginas / 17cm x 24cm / R$ 30,00

Editora Melhoramentos, 2012

www.editoramelhoramentos.com.br/imprensa

 

Serviço:

22ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo

De 09 a 19 de agosto, no Pavilhão de Exposições do Parque Anhembi – Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana – São Paulo – SP

Das 10h às 22h

* Dia 19: das 10h às 20h com entrada até às 18h

Localização do estande da Editora Melhoramentos – Rua H – Estande G40

www.editoramelhoramentos.com.br/imprensa

Sobre o autor:

Luis Pimentel nasceu no sertão baiano, entre Itiúba e Gavião, em 1953. Jornalista e escritor, é carioca por adoção, tendo trabalhado em diversas redações de jornais e revistas do Rio de Janeiro. Autor de duas dezenas de livros publicados, entre obras infantojuvenis, de contos, de poesia, de textos de humor e sobre fatos e personagens da música brasileira, como “As miudezas da velha”, Prêmio Jorge de Lima, 1990, “O calcanhar da memória”, 2004, e “Grande homem mais ou menos”, Prêmio Cruz e Sousa. Outros livros do autor: “Todas as cores do mar”, 2007; “Luiz Gonzaga”, 2007; “Um cometa cravado em tuas coxas”, 2007; “Contos para ler ouvindo música”, 2005; “Wilson Batista”; “Entre sem bater: O humor na imprensa brasileira: do Barão de Itararé ao Pasquim 21″ e “Piadas para sacanear corintiano: Para alegria de palmeirense”

Sobre a Ilustradora

Andrea Ebert é formada em moda pela Universidade Anhembi-Morumbi. Nasceu em 1970, em São Paulo. Após 15 anos morando em Natal, no Rio Grande do Norte, acaba de se mudar para Lisboa. Escolheu uma cidade com sol, mar, vento e cores para aproveitar a vida com mais qualidade.

Sua filha Júlia é a inspiração para suas ilustrações e para seu jeito de ver o mundo.

Andrea fez as imagens desta história com cores vibrantes, textura de madeira e transparências da xilogravura.

Este é o 17º livro que ela ilustra

 

Sobre a Editora Melhoramentos

Há 122 anos no mercado, a Melhoramentos ocupa posição de destaque nos diversos mercados em que atua. É referência no mercado de dicionários com a linha Michaelis (português, inglês, espanhol, francês, italiano, alemão e japonês), que detém 35% do mercado. Para não perder a tradição iniciada em 1915 – com a edição de O Patinho Feio – de ser a principal editora infantojuvenil do país, a Melhoramentos alinha entre seus autores nada menos que Ziraldo e seus 147 títulos – um sucesso absoluto entre o público jovem de todo o mundo e que já bateu um recorde histórico: passou dos 2,9 milhões de exemplares vendidos de O Menino Maluquinho.

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