O Pequeno Príncipe - Clássico da literatura e um dos livros mais vendidos no mundo, agora traduzido pelo poeta MARIO QUINTANA!

Um avião pousado no deserto com o motor avariado, um piloto com uma pequena quantidade de água, muito calor durante o dia e frio durante a noite. Neste cenário nada promissor, o Pequeno Príncipe chega para fazer companhia ao solitário piloto. O menino narra suas aventuras até chegar ali na Terra, fazendo reflexões sobre a essência humana e os reais valores da vida. O consagrado poeta Mario Quintana traduziu com beleza e sensibilidade o clássico poema em prosa do autor-aviador Antoine de Saint Exupéry.

Quintana não “traduziu” apenas O Pequeno Príncipe, com as qualidades de estilo do autor, soube torná-lo tão brasileiro quanto possível. Também o tornou tão “pessoal” quanto lhe permitia a obra.

 

- ARMINDO TREVISAN

Teólogo, poeta, crítico de arte e ensaísta

Diferenciais desTa edição

A tradução de Mario Quintana!

Em meados da década de 1980, ao organizarmos o acervo histórico da Editora Melhoramentos, encontramos uma pasta muito antiga, contendo um texto datilografado. Na capa desta pasta estava escrito à mão: "O Pequeno Príncipe, tradução de Mario Quintana". Seria possível?

 

Provavelmente, a pasta com a tradução nos foi entregue por Quintana no final da década de 1940, porém não há um registro, e como o direito de publicação do O Pequeno Príncipe em português ficou com a Editora Agir, deixamos o precioso original guardado a sete chaves. Quando a obra de Exupéry entrou em domínio público, em janeiro de 2015, retomamos o projeto e entramos em contato com a Fundação Mario Quintana. A surpresa e a alegria pela descoberta deste precioso original contagiaram todos os envolvidos. A herdeira Elena Quintana comprovou a autoria da tradução: era, sem dúvida, um texto de seu tio-avô!

 

Chegado o momento, nos debruçamos sobre o texto. Com a ajuda de uma lupa e da mesa de luz, descobrimos erros de datilografia, corrigidos depois com precisão. Por exemplo: Boabá foi corrigido manualmente por Mario Quintana para Baobá. Mario Quintana fez uma revisão completa de seu texto, uma vez que encontramos várias anotações manuais no decorrer das páginas: erros de datilografia e frases reescritas. Trocou, também, algumas palavras por outras que julgou mais adequadas, como homem presunçoso por homem importante.

 

Complementando esta edição, ao final do livro o crítico e ensaísta Armindo Trevisan faz considerações sobre a obra de Saint-Exupéry e a tradução de Mario Quintana, e o escritor Márcio Vassalo faz um breve relato da vida e obra do poeta. Entregamos a você leitor, para sua diversão e reflexão, O Pequeno Príncipe recriado por Mario Quintana.

 

Editora Melhoramentos

Mario Quintana

Mario de Miranda Quintana nasceu em Alegrete, 30 de julho de 1906. Foi poeta, tradutor e jornalista brasileiro.

 

Mário Quintana fez as primeiras letras em sua cidade natal, mudando-se em 1919 para Porto Alegre, onde estudou no Colégio Militar, publicando ali suas primeiras produções literárias. Trabalhou para a Editora Globo e depois na farmácia paterna. Considerado o "poeta das coisas simples", com um estilo marcado pela ironia, pela profundidade e pela perfeição técnica, ele trabalhou como jornalista quase toda a sua vida. Traduziu para o português mais de 110 obras da literatura universal, tanto do francês como do inglês; traduziu Voltaire, Maupassant, Marcel Proust, Graham Greene e dezenas de outros.

 

Em 1940, lançou o seu primeiro livro de poesias, A Rua dos Cataventos, iniciando a sua carreira de poeta, escritor e autor infantil. Em 1966, foi publicada a sua Antologia Poética, com sessenta poemas, organizada por Rubem Braga e Paulo Mendes Campos, e lançada para comemorar seus sessenta anos de vida. No mesmo ano, ganhou o Prêmio Fernando Chinaglia da União Brasileira de Escritores de melhor livro do ano. Em 1976, ao completar 70 anos, recebeu a medalha Negrinho do Pastoreio do governo do Estado do Rio Grande do Sul. Em 1980, recebeu o prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras, pelo conjunto da obra. Faleceu em Porto Alegre em 5 de maio de 1994.

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Antoine de Saint-Exupéry

ESCRITOR, ILUSTRADOR E PILOTO DE AVIÕES, Antoine de Saint-Exupéry nasceu em Lyon, França, no dia 29 de junho de 1900. Após a morte de seu pai, com 5 anos de idade se mudou com sua família para a casa de seu avô, no sul da França. Pouco tempo depois, seu avô faleceu e a família novamente mudou-se para o castelo de Saint-Maurice-de-Rémes onde a madrinha de sua mãe morava.

 

Saint-Exupéry e seus irmãos passaram a infância e a adolescência brincando pelos jardins do castelo. E foi neste cenário e na companhia de amigos pilotos que Exupéry voou pela primeira vez, em 1912. E, naquele momento, decidiu que seria piloto de avião.

 

Estudou no tradicional colégio jesuíta Notre Dame de Saint Croix, em Paris, mas, com o início da Primeira Guerra Mundial, em 1914, Saint-Exupéry foi estudar por 3 anos no colégio dos Maristas, em Friburgo, na Suíça. Com o término da Grande Guerra, em 1918, retornou a Paris e tentou ingressar na Escola Naval, porém foi reprovado nos exames e decidiu cursar a Escola de Belas-Artes.

 

Em 1921, deixou a Escola de Belas-Artes e ingressou no serviço militar, no Regimento de Aviação de Estrasburgo, onde aprendeu a pilotar. Após dois anos no regimento, decidiu aprimorar suas habilidades na aviação e foi para Marrocos, retornando a Paris em 1923, como piloto militar.

 

Exupéry teve três grandes acidentes em sua carreira de piloto. O primeiro aconteceu logo depois que retornou a Paris, em 1923, no aeroporto de Le Bourget. Teve uma recuperação lenta, o que o impediu de seguir a carreira militar e o obrigou a trabalhar em outras áreas.

 

Em 1926, publicou sua primeira história, O Aviador, texto em que descreve as suas emoções e impressões das experiências de voo quando muito jovem. Também começou a trabalhar como piloto na Latécoère, empresa de aviação que transportava o correio da cidade de Toulouse para Dakar. Em seguida, foi transferido para chefiar o posto de pouso em Cabo Juby (atual Tarfaya), no sul de Marrocos e à beira do deserto.

 

Exupéry tinha um papel importante, fazer alianças com os habitantes locais para garantir a segurança dos pilotos e aviões que chegavam ao posto. Tarefa executada com sucesso, pois Exupéry tinha o dom da comunicação. Inspirado pela solidão do deserto ele escreve sua primeira importante obra, Correio Sul (1929). O livro traz o relato da solidão e do heroísmo de pilotos que arriscavam a própria vida para cumprir o roteiro da entrega das correspondências que ia do sul da França ao norte da África.

 

Ao voltar do Marrocos, Exupéry foi alocado em Buenos Aires, para assumir o cargo de diretor da empresa Aeropostal Argentina – empresa parceira da Latécoère – e participar da implantação da linha de correio aéreo que ia de Natal, no Brasil, até Buenos Aires e depois Santiago do Chile. O tempo que ficou na América do Sul, visitou diversas cidades brasileiras, tendo registros do próprio Exupéry sobre as belezas do Rio de Janeiro. Foi em Buenos Aires que o escritor se apaixonou pela artista plástica Consuelo de Suncín e se casaram um ano depois, na França.

 

Em seu retorno a Paris, em 1931, publicou Voo Noturno, que fez um enorme sucesso. O livro retoma os relatos do dia a dia dos pilotos da Aéropostales e relata a dificuldade e perigo dos voos noturnos, que até então era novidade, e das escalas na América do Sul.

 

Ingressando na Air France em 1935, o piloto-escritor tentou quebrar o recorde Paris-Saigon, mas seu avião caiu no deserto. Em 1938, tentou voar de Nova York para a Terra do Fogo, na Argentina, mas o avião se acidentou ao tentar decolar na Guatemala. Ferido nessa tentativa, ele passou um longo tempo convalescendo em Nova York e quase teve o braço amputado.

 

Em 1939, publicou Terra dos Homens, que recebeu o grande prêmio da Academia Francesa e o National Book Award, nos Estados Unidos. Durante a Segunda Guerra Mundial, fez parte de um grupo de pilotos de reconhecimento na França (1939-1940) e, em seguida, mudou-se para Nova York. Baseado nesta sua experiência, escreveu Piloto de Guerra (1942), Carta a um Refém (1942) e O Pequeno Príncipe (1943), seu maior sucesso.

 

Um fato curioso é que diferente de seus outros livros, O Pequeno Príncipe foi um livro praticamente encomendado por seu editor americano, pois Exupéry nunca tinha escrito para o público infantil. O escritor levou tão a sério a ideia de seu editor que também desenhou as ilustrações de seu texto, criando uma obra produzida inteiramente por ele. Desolado com a Segunda Guerra Mundial, que ainda acontecia, e ávido em querer ajudar seu país e seu povo, voltou a integrar no grupo de reconhecimento francês estacionado em Argel, Norte da África, apesar das numerosas lesões e da proibição de voar. No entanto, Saint-Exupéry insistiu em realizar missões aéreas.

 

Em 31 de julho de 1944, levantou voo de Borgo, na Córsega, sem nunca chegar a seu destino. Em 2004, os destroços do avião que pilotava foram localizados a poucos quilômetros da costa de Marselha. Seu corpo jamais foi encontrado.

 

O Pequeno Príncipe foi publicado em Nova York em inglês (1944) e depois em francês em Paris (1946). O autor não viveu para ver sua obra-prima publicada, nem poderia imaginar que se tornaria um sucesso mundial publicado em inúmeras línguas.

 

A vida de Exupéry sempre foi uma grande aventura, alternando muitos momentos felizes com situações de solidão e reflexão que moldaram o escritor e suas obras. Muitos críticos e leitores que conhecem um pouco da história de vida de Exupéry, afirmam que O Pequeno Príncipe é uma autobiografia do escritor, uma vez que a história traz muitas semelhanças com a história de sua vida.

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